MITILICULTURA: cultivo de mexilhões Perna perna ou o nosso marisco de pedra.
O maior especialista brasileiro em Mitilicultura ministrará curso sobre essa atividade que se tradicionalizou como uma prática genuinamente Caiçara, no litoral norte paulista.
Hoje, essas fazendas marinhas são a garantia de sustento de muitas famílias de pescadores locais que de modo ambientalmente correto, proporcionam nesse sistema equilibrado, outputs ambientais benéficos à recuperação dos estoques de biodiversidade marinha.
Na vanguarda dessa atividade estão o Prof. Dr. Hélcio de Almeida Marques e os Maricultores da Praia da Cocanha em Caraguatatuba. Nessa praia existe uma Associação de Pescadores e Maricultores, a MAPEC, cujos associados desenvolveram um método inovador de coletores artificias de sementes de mexilhão. Analisando as condições da água do mar, do índice de condição dos mexilhões, esses produtores lançam as estruturas de coleta (foto) confeccionadas com as redes velhas utilizadas no próprio cultivo, reutilizando o que antes era descartado. Esse método de cultivo desenvolvido e aperfeiçoado na Cocanha é o que existe de mais avançado no campo da Mitilicultura Sustentável, ou seja, ambiental, econômica e socialmente eficaz.
Portanto, quem quiser ter contato com o "estado da arte" dessa atividade imprescindível para a recuperação dos nossos mares e para a conservação do modo de vida Caiçara, haverá dos dias 23 a 26 de setembro em Caraguatatuba-SP, um curso com esses Mestres. Imperdível.
Mostrando postagens com marcador maricultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maricultura. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de julho de 2013
CULTIVOS MARINHOS SUSTENTÁVEIS
Não é de hoje que os pequenos pescadores artesanais, aqueles que pescam em canoas a remo seja com linhada de mão ou tresmalhos, sofrem com a pressão exercida pelos detentores de poder econômico.
Primeiro foram as grandes empresas de pesca que gradativamente foram devastando os recursos costeiros em benefício de seus proprietários, fenômeno conhecido como "depleção serial de estoques". Assim, acabaram com a sardinha, com o cação, com as vieiras zic-zac (aquela da casquinha de siri), com o pargo, e mais recentemente com o polvo, com a corvina e com a tainha, que sempre foi um recurso de importância sociocultural para os pescadores de canoa.
Com todo este declínio, surgiu 15 anos atrás uma alternativa para estes pescadores tradicionais, a maricultura artesanal de mexilhões Perna perna. Esta atividade genuinamente sustentável garantiu uma outra alternativa de renda para as comunidades sem degradar o ambiente marinho, pelo contrário, os cultivos passaram a ser berçários de vida marinha das mais diferentes e variadas espécies.
Hoje outros tipos de ameaça surgem no horizonte sob o rótulo de sustentáveis, mas que na verdade são altamente impactantes e prejudiciais ao ambiente marinho pois necessitam de alimentação através do uso de ração. É o caso das fazendas de engorda de peixes marinhos carnívoros. Nesse tipo de fazenda marinha, 80% do custo de produção vem da ração para alimentar os alevinos, e por sua vez esta ração é feita com pequenos peixes sem valor comercial provenientes da pesca de arrasto.
Agora em julho, estive em Ubatuba e alguns pescadores locais me alertaram que já existem comerciantes comprando dos arrastões de porta TUDO que eles conseguirem arrastar. Só é retirado o lixo e as folhas, o resto, ou seja, os peixinhos miúdos, os camarõezinhos, são comprados por estes atravessadores.
Não posso dizer com certeza o destino desse material, apenas suspeito que o interesse se deve apenas ao valor proteico dessa massa de organismos marinhos compostas por pescados "sem valor comercial".
Me preocupa demais a recente instalação no Litoral Norte de São Paulo de grandes fazendas de psicultura marinha de espécies carnívoras de baixas taxas de conversão para as condições locais. Na minha opinião, estas fazendas vão demandar enormes quantidades de ração feitas com os pequenos peixes locais e podem criar um impacto sem precedentes no que restou de vida marinha na região. Seria o aniquilamento total, o golpe de misericórdia, a etapa final da já citada "depleção serial de estoques" que iniciou com os grandes exemplares como o mero, o cação e vai exterminar com os peixinhos miúdos. Estes peixinhos miúdos, chamados pelos pescadores tradicionais de "comedio" são a base da cadeia trófica e atraem os peixes maiores para perto da costa permitindo que os pequenos pescadores consigam capturá-los em suas canoas a remo. O fundo do mar constantemente revolvido e raspado torna-se um deserto de vida, assim como uma trilha na mata permanece sem vegetação de tanto caminhar-se sobre ela, desse modo vimos nas últimas décadas declinar a captura de espécies comerciais pela pequena pesca.
Sem os peixes naturais do local, extinguem-se os pescadores tradicionais e surge o mercado para os peixes carnívoros de cultivo intensivo que visam apenas o cego lucro que vai concentrar-se na mão de poucos proprietários capitalistas as custas de mais e mais degradação ambiental.
Outro fator preocupante é que qualquer cultivo intensivo de peixes em grande escala é extremamente favorável ao aparecimento de doenças que não ocorrem na natureza e que podem se espalhar para os peixes selvagens.
Enfim, estou extremamente preocupado com o destino da maricultura sustentável, que é o caso do cultivo de moluscos filtradores que não necessitam de ração, como os mexilhões, as vieiras, as ostras e também de plantas como as algas. A pressão econômica e política será gigantesca em favor dos grandes empreendimentos que se apropriaram da palavra sustentável, palavra que perdeu seu real significado e tornou-se uma ferramenta a mais de marketing para a exploração capitalista destruidora da natureza e das populações que sempre viveram em comunhão com o ambiente natural em perfeita simbiose.
Fontes:
1- ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/serreltec_49.pdf
2- ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/serreltec_30.pdf
3- http://www.pesca.sp.gov.br/noticia.php?id_not=8174
4- http://www.cbra.org.br/pages/publicacoes/rbra/download/p64-69.pdf
5- http://www.pisceotec.com.br/arquivos/ViabilidadeBijupira.pdf
6- http://www.costanorte.com.br/blog/editorias/cidades/sao-sebastiao/ernane-fecha-parceria-com-empresa-de-maricultura-para-producao-de-bijupiras-2
7- http://amesplitoralnorte.blogspot.com.br/2013/08/resumo-reuniao-amesp-agosto.html
Primeiro foram as grandes empresas de pesca que gradativamente foram devastando os recursos costeiros em benefício de seus proprietários, fenômeno conhecido como "depleção serial de estoques". Assim, acabaram com a sardinha, com o cação, com as vieiras zic-zac (aquela da casquinha de siri), com o pargo, e mais recentemente com o polvo, com a corvina e com a tainha, que sempre foi um recurso de importância sociocultural para os pescadores de canoa.
Com todo este declínio, surgiu 15 anos atrás uma alternativa para estes pescadores tradicionais, a maricultura artesanal de mexilhões Perna perna. Esta atividade genuinamente sustentável garantiu uma outra alternativa de renda para as comunidades sem degradar o ambiente marinho, pelo contrário, os cultivos passaram a ser berçários de vida marinha das mais diferentes e variadas espécies.
Hoje outros tipos de ameaça surgem no horizonte sob o rótulo de sustentáveis, mas que na verdade são altamente impactantes e prejudiciais ao ambiente marinho pois necessitam de alimentação através do uso de ração. É o caso das fazendas de engorda de peixes marinhos carnívoros. Nesse tipo de fazenda marinha, 80% do custo de produção vem da ração para alimentar os alevinos, e por sua vez esta ração é feita com pequenos peixes sem valor comercial provenientes da pesca de arrasto.
Agora em julho, estive em Ubatuba e alguns pescadores locais me alertaram que já existem comerciantes comprando dos arrastões de porta TUDO que eles conseguirem arrastar. Só é retirado o lixo e as folhas, o resto, ou seja, os peixinhos miúdos, os camarõezinhos, são comprados por estes atravessadores.
Não posso dizer com certeza o destino desse material, apenas suspeito que o interesse se deve apenas ao valor proteico dessa massa de organismos marinhos compostas por pescados "sem valor comercial".
Me preocupa demais a recente instalação no Litoral Norte de São Paulo de grandes fazendas de psicultura marinha de espécies carnívoras de baixas taxas de conversão para as condições locais. Na minha opinião, estas fazendas vão demandar enormes quantidades de ração feitas com os pequenos peixes locais e podem criar um impacto sem precedentes no que restou de vida marinha na região. Seria o aniquilamento total, o golpe de misericórdia, a etapa final da já citada "depleção serial de estoques" que iniciou com os grandes exemplares como o mero, o cação e vai exterminar com os peixinhos miúdos. Estes peixinhos miúdos, chamados pelos pescadores tradicionais de "comedio" são a base da cadeia trófica e atraem os peixes maiores para perto da costa permitindo que os pequenos pescadores consigam capturá-los em suas canoas a remo. O fundo do mar constantemente revolvido e raspado torna-se um deserto de vida, assim como uma trilha na mata permanece sem vegetação de tanto caminhar-se sobre ela, desse modo vimos nas últimas décadas declinar a captura de espécies comerciais pela pequena pesca.
Sem os peixes naturais do local, extinguem-se os pescadores tradicionais e surge o mercado para os peixes carnívoros de cultivo intensivo que visam apenas o cego lucro que vai concentrar-se na mão de poucos proprietários capitalistas as custas de mais e mais degradação ambiental.
Outro fator preocupante é que qualquer cultivo intensivo de peixes em grande escala é extremamente favorável ao aparecimento de doenças que não ocorrem na natureza e que podem se espalhar para os peixes selvagens.
Enfim, estou extremamente preocupado com o destino da maricultura sustentável, que é o caso do cultivo de moluscos filtradores que não necessitam de ração, como os mexilhões, as vieiras, as ostras e também de plantas como as algas. A pressão econômica e política será gigantesca em favor dos grandes empreendimentos que se apropriaram da palavra sustentável, palavra que perdeu seu real significado e tornou-se uma ferramenta a mais de marketing para a exploração capitalista destruidora da natureza e das populações que sempre viveram em comunhão com o ambiente natural em perfeita simbiose.
Fontes:
1- ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/serreltec_49.pdf
2- ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/serreltec_30.pdf
3- http://www.pesca.sp.gov.br/noticia.php?id_not=8174
4- http://www.cbra.org.br/pages/publicacoes/rbra/download/p64-69.pdf
5- http://www.pisceotec.com.br/arquivos/ViabilidadeBijupira.pdf
6- http://www.costanorte.com.br/blog/editorias/cidades/sao-sebastiao/ernane-fecha-parceria-com-empresa-de-maricultura-para-producao-de-bijupiras-2
7- http://amesplitoralnorte.blogspot.com.br/2013/08/resumo-reuniao-amesp-agosto.html
terça-feira, 14 de maio de 2013
PESCA ARTESANAL E MARICULTURA - VALORIZADAS EM UBATUBA?
Durante a 12ª Sessão Ordinária da Câmara de Ubatuba, que aconteceu último dia 30 de abril de 2013, foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei nº. 31/13, que declara a Pesca Artesanal e a Maricultura como de Relevante Interesse Social, Econômico, Histórico, Cultural e Ambiental no Município de Ubatuba.
Embora a redação do projeto tenha sido um pouco prejudicada pela falta de conhecimento técnico sobre as atividades, o que realmente importa é o resgate "político" da atividade no município de Ubatuba.
Durante muitos anos a Pesca Artesanal e principalmente a Maricultura sofrem com a falta de apoio para o desenvolvimento responsável e ordenado da atividade. Na Maricultura todo o progresso alcançado até hoje deveu-se à dedicação obstinada de alguns poucos técnicos visionários que na última década dedicaram-se de corpo e alma a fim de viabilizar o cultivo de organismos marinhos como uma opção sustentável aos pescadores artesanais do litoral norte de São Paulo. Na Pesca Artesanal a dificuldade aumenta com o não interesse das novas gerações em continuar a tradição de seus antepassados. Tudo isso piora com a perda de espaço territorial, tanto em mar como em terra, para a especulação imobiliária e pelas restrições impostas pela legislação pesqueira altamente burocrática que favorece apenas a pesca industrial.
Alíás fator importante que contribui para a marginalização das duas atividades é justamente essa falta de articulação dos artesanais frente às restrições impostas pela legislação. Hoje, para um pescador de canoa ou um maricultor, são exigidas uma infinidade de "papeladas": registro no Ibama, registro no Ministério da Pesca, CNPJ, carteirinha disso, carteirinha daquilo, etc. Além de todas essas dificuldades, muitos Mestres pescadores, após se aposentarem ficam proibidos de pescar, incorrendo em crime ambiental pela atual legislação. Isso é um imenso absurdo, pois esses Mestres estão no auge de sua sabedoria e a quantidade que eles pescam em suas canoas com seus tresmalhos é ínfma se comparada ao imenso valor cultural e a importância que a Pesca Artesanal tem na continuidade e transmissão da Cultura Caiçara.
Nos resta a esperança de que este projeto de lei não fique apenas no papel, como tantos outros que o antecederam, como o Centro de Tradições Caiçaras, como a lei que institui o Dia do Caiçara, etc.
Que incentivos reais e palpáveis além do importante resgate cultural junto aos antigos Mestres seja efetivado. Que a liberdade e autonomia que os pescadores sempre tiveram para pescar seja respeitada.
Que os órgãos ambientais acatem a sabedoria local do Manejo Pesqueiro Caiçara. Que seja permitido aos Mestres Caiçaras pescarem com suas redes e canoas mesmo "aposentados", pois esse suposto "CRIME AMBIENTAL" é simplesmente a VIDA deles e a garantia de continuidade da tradição cultural Caiçara.
Embora a redação do projeto tenha sido um pouco prejudicada pela falta de conhecimento técnico sobre as atividades, o que realmente importa é o resgate "político" da atividade no município de Ubatuba.
Durante muitos anos a Pesca Artesanal e principalmente a Maricultura sofrem com a falta de apoio para o desenvolvimento responsável e ordenado da atividade. Na Maricultura todo o progresso alcançado até hoje deveu-se à dedicação obstinada de alguns poucos técnicos visionários que na última década dedicaram-se de corpo e alma a fim de viabilizar o cultivo de organismos marinhos como uma opção sustentável aos pescadores artesanais do litoral norte de São Paulo. Na Pesca Artesanal a dificuldade aumenta com o não interesse das novas gerações em continuar a tradição de seus antepassados. Tudo isso piora com a perda de espaço territorial, tanto em mar como em terra, para a especulação imobiliária e pelas restrições impostas pela legislação pesqueira altamente burocrática que favorece apenas a pesca industrial.
Alíás fator importante que contribui para a marginalização das duas atividades é justamente essa falta de articulação dos artesanais frente às restrições impostas pela legislação. Hoje, para um pescador de canoa ou um maricultor, são exigidas uma infinidade de "papeladas": registro no Ibama, registro no Ministério da Pesca, CNPJ, carteirinha disso, carteirinha daquilo, etc. Além de todas essas dificuldades, muitos Mestres pescadores, após se aposentarem ficam proibidos de pescar, incorrendo em crime ambiental pela atual legislação. Isso é um imenso absurdo, pois esses Mestres estão no auge de sua sabedoria e a quantidade que eles pescam em suas canoas com seus tresmalhos é ínfma se comparada ao imenso valor cultural e a importância que a Pesca Artesanal tem na continuidade e transmissão da Cultura Caiçara.
Nos resta a esperança de que este projeto de lei não fique apenas no papel, como tantos outros que o antecederam, como o Centro de Tradições Caiçaras, como a lei que institui o Dia do Caiçara, etc.
Que incentivos reais e palpáveis além do importante resgate cultural junto aos antigos Mestres seja efetivado. Que a liberdade e autonomia que os pescadores sempre tiveram para pescar seja respeitada.
Que os órgãos ambientais acatem a sabedoria local do Manejo Pesqueiro Caiçara. Que seja permitido aos Mestres Caiçaras pescarem com suas redes e canoas mesmo "aposentados", pois esse suposto "CRIME AMBIENTAL" é simplesmente a VIDA deles e a garantia de continuidade da tradição cultural Caiçara.
foto: Peter S. Németh; Antenor, Lagarto e James, Enseada.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
LIVRO DE MATRÍCULAS DO PEREQUÊMIRIM - 1871
Este foi mais um interesante achado em minhas pesquisas, não só pelo registro inusitado constante neste livro, mas também pelo excelente estado de conservação da peça, parece que foi escrito ontem.
Trata-se do Livro de Matrícula da Escola de 1as. Letras do Bairro Perequemirim.
Quem sabe, algum seu bisavô não esteja registrado neste livro? Fiquei muito feliz com este achado.
Trata-se do Livro de Matrícula da Escola de 1as. Letras do Bairro Perequemirim.
Existe uma pequena inconsistência entre a data de capa e a da nota de abertura abaixo, mas pode ter havido um engano do autor ou o número sete escrito pareça um quatro.
Nele estão registrados mais de 50 nomes de crianças matriculadas entre os anos de 1871 e 1874 naquela escola. Ao lado do nome da criança era anotado o nome do pai ou mãe, a moradia, a naturalidade, a nacionalidade e a idade do aluno.
Além da excelente preservação do documento, destaca-se a beleza do papel marmorizado da encardenação. Outra curiosidade é que a técnica para se produzir o papel marmorizado utiliza o a alga kapafícus alvarezzi no processo, que atualmente está sendo produzida pelos maricultores da Praia da Enseada em Ubatuba (veja aqui). Basta hidratar a alga seca (não precisa ser em pó) em água e bater no liquidificador (aprenda aqui).
Alguns nomes são: Bento José de Mattos, pai Antonio José de Oliveira Mattos; Luiz Vieira Cabral, pai Sebastião Cabral Barboza; José Maria de Mattos, mãe Maria Rita de Mattos; Francisco Marcos Alves, mãe Anna Marcos de Jesus; Pedro Antonio da Cruz, pai Antonio Pedro da Cruz; Sebastião Vicente de Oliveira, pai Vicente Peres de Oliveira.Quem sabe, algum seu bisavô não esteja registrado neste livro? Fiquei muito feliz com este achado.
Marcadores:
alga kapaficus alvarezzi,
escola do perequemirim,
maricultura,
papel marmorizado,
pereque mirim,
praia da enseada,
ubatuba
sábado, 5 de maio de 2012
GLOBO MAR EXIBE MARICULTURA DO LITORAL NORTE EM JUNHO
Dias 10 e 11 de abril passado a equipe do programa Globo Mar esteve em visita à Ubatuba para retratar o cotidiano dos pescadores caiçaras locais em sua faina pesqueira.
O roteiro das visitas foi elaborado por Peter Santos Németh que trabalha a quase 10 anos juntos aos pescadores tradicionais do litoral norte de São Paulo e atualmente elabora pesquisa sobre o assunto.
Foram visitadas as comunidades da Praia da Enseada e da Vila de Picinguaba.
Assita aqui: http://g1.globo.com/platb/globomar/2012/06/15/paglia-mostra-belezas-e-historias-do-litoral-norte-de-sp/
Na Enseada o Parque Aquícola Enseada do Flamengo, que integra o Plano Local de Desenvolvimento da Pesca e Maricultura Sustentáveis (PLDPMS) foi visitado pela equipe do apresentador e jornalista Ernesto Paglia que mostrou a pesca com Cerco Flutuante que está sendo regularizada pela APA Marinha do LN,http://www.ubaweb.com/revista/g_mascara.php?grc=37831, o cultivo experimental de Kapafícus (alga marinha) em parceria com a Prefeitura Ubatuba, SMAPA e Instituto de Pesca http://www.pesca.sp.gov.br/noticia.php?id_not=7593 e a mitilicultura ou cultivo de mexilhões http://www.rbma.org.br/mercadomataatlantica/ficha_0114.asp
.

Depois, seguimos rumo a Vila de Picinguapa onde pernoitamos e no dia seguinte seguimos para a Ilha das Couves junto com o s maricultores locais que tocam o Projeto Vieiras junto com a EcoAssociação. http://www.ecoassociacao.org.br/
Este projeto é muito bonito assim como o local que é paradisíaco, e as vieiras estão enormes e deliciosas, vale a pena visitar.
O roteiro das visitas foi elaborado por Peter Santos Németh que trabalha a quase 10 anos juntos aos pescadores tradicionais do litoral norte de São Paulo e atualmente elabora pesquisa sobre o assunto.
Foram visitadas as comunidades da Praia da Enseada e da Vila de Picinguaba.
Assita aqui: http://g1.globo.com/platb/globomar/2012/06/15/paglia-mostra-belezas-e-historias-do-litoral-norte-de-sp/
Na Enseada o Parque Aquícola Enseada do Flamengo, que integra o Plano Local de Desenvolvimento da Pesca e Maricultura Sustentáveis (PLDPMS) foi visitado pela equipe do apresentador e jornalista Ernesto Paglia que mostrou a pesca com Cerco Flutuante que está sendo regularizada pela APA Marinha do LN,http://www.ubaweb.com/revista/g_mascara.php?grc=37831, o cultivo experimental de Kapafícus (alga marinha) em parceria com a Prefeitura Ubatuba, SMAPA e Instituto de Pesca http://www.pesca.sp.gov.br/noticia.php?id_not=7593 e a mitilicultura ou cultivo de mexilhões http://www.rbma.org.br/mercadomataatlantica/ficha_0114.asp
.
Depois, seguimos rumo a Vila de Picinguapa onde pernoitamos e no dia seguinte seguimos para a Ilha das Couves junto com o s maricultores locais que tocam o Projeto Vieiras junto com a EcoAssociação. http://www.ecoassociacao.org.br/
Este projeto é muito bonito assim como o local que é paradisíaco, e as vieiras estão enormes e deliciosas, vale a pena visitar.
O Progama será exibido dia 14 de Junho perto da meia noite na Globo, e será o último episódio da temporada 2012. Agradecemos imensamento a todos os pescadores e maricultores que ajudaram nas gravações e também os parceiros da Maricultura Paulista, AMESP, ECOASSOCIAÇÃO, APE, SMAPA-PMU, INSTITUTO DE PESCA, APA MARINHA LN, MARINHA DO BRASIL, SPU, MPA, CETESB.
Marcadores:
bérgamo,
canoa caiçara,
cerco flutuante,
giraud,
maricultura,
németh,
pescadores da enseada,
picinguaba ernesto paglia,
praia da enseada,
ubatuba,
vieiras
Assinar:
Postagens (Atom)